UERJ: deputado repudia saídas isoladas

Com o orçamento confiscado pelo governo Pezão, a Uerj segue seu calvário, com salários de funcionários e professores atrasados, além do calote nos fornecedores. Os professores estão em greve.

Em ato realizado na universidade no dia 13 de agosto, com a presença de estudantes, acadêmicos e parlamentares, o deputado Wadih, que se formou em direito na Uerj e presidiu tanto o centro acadêmico de direito como o DCE, criticou as saídas isoladas para crise, se referindo a propostas para tirar o curso de direito do campus do Maracanã.

– Temos que pensar a Uerj como uma universidade. Tenho orgulho de ter estudado naquele que era considerado o melhor curso de direito do Brasil, mas temos que repudiar tentativas de resolver isoladamente o problema de um curso ou outro. Engenharia, medicina e todas as outras faculdades não têm diferença do direito. Também merecem o repúdio de todos nós aqueles que veem a privatização como saída para a crise – defendeu Wadih.

Para se ter uma ideia dos obstáculos a serem ultrapassados para salvar a Uerj, acaba de vir a público documento do Ministério da Fazenda recomendando ao governo Pezão que acabe com a universidade e demita seus servidores. Só com muita mobilização será possível derrotar os coveiros da Uerj.

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