Wadih critica duramente reforma trabalhista

Em mais uma audiência pública promovida pela Comissão Especial da Reforma Trabalhista, Wadih criticou duramente modelos de contrato como trabalho a tempo parcial, temporário e intermitente. Ao recomendar o filme “Eu, Daniel Blake”, Wadih citou que um dos grandes problemas da flexibilização das regras é que tais modelos de contrato se tornarão padrão no Brasil, assim como aconteceu no Reino Unido. Lá, atualmente, 2.3% da força de trabalho está sob regimes de contratos precários. Há quatro anos, eram menos de 1% dos trabalhadores. Com isso, trabalham cerca de 25 horas por semana e ganham cerca de 7 libras por hora (ou pouco mais de 32 reais). Além disso, criticou o chamado negociado sobre o legislado uma vez que no Brasil não existe paridade de armas entre patrões e empregados, ou seja, não existe equidade de poder para negociar condições. Assista na íntegra! 

Os convidados da audiência pública foram Thereza Nahas, Juíza do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho – 2ª Região; Cézar Britto, Ex-Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB; José Augusto Lyra, Advogado e professor; Siderlei Silva de Oliveira, Presidente da Confederação Brasileira Democrática dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação – CONTAC; Alexandre de Sampaio Abreu, Presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC e Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS); Lourival Figueiredo Melo; Diretor Secretário-Geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio – CNTC; Narciso Figueiroa Jr, Assessor Jurídico da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística – NTC&Logística.

*Com informações do El País

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