Por conta das posições políticas em defesa da democracia e do governo Dilma, a nadadora Joanna Maranhão tem sido fortemente atacada nas redes sociais. Na última sexta (13), a atleta registrou ocorrência na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, no Rio de Janeiro, relatando as ameaças e ofensas.

A delegada Daniela Terra, responsável pelo caso, disse que já identificou pelo menos dez suspeitos de terem ofendido Joanna Maranhão. Eles podem responder pelos crimes de ameaça, injúria, difamação e incitação ao crime.

“A Preta Gil já passou por isso, a Maju, a Letícia Sabatella, quantas mulheres vão sendo agredidas porque as pessoas quando estão atrás do computador elas se acham no direito, elas acham que estão impunes, e não é bem assim”, disse a nadadora.

“O que mais me preocupou foram os comentários usando a questão do estupro e as tentativas de desqualificar as pautas progressistas que eu defendo, tirando-as do contexto. Isso me magoou bastante. Questionar a minha performance, sinceramente, eu não ligo, porque sei o valor que tenho como atleta”, disse.

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Foto: Brasil de Fato/divulgação

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Wadih Damous é advogado e deputado federal. Foi presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro entre 2007 e 2012. Presidiu a Comissão da Verdade do Rio e a Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB. Presidiu Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UERJ e, como advogado, atuou e defendeu os trabalhadores. Agora, como deputado federal, após ter ocupado a vanguarda na resistência ao golpe contra a presidenta Dilma, se firmou como um pilar da legalidade democrática na Câmara dos Deputados e é um dos principais parlamentares na defesa do Lula. Sua voz hoje no parlamento é referência contra as atrocidades jurídicas da Lava Jato e o Estado de exceção no qual está mergulhado o Brasil pós-golpe, sempre apontando a urgência do resgate da democracia.

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