As polícias do Rio de Janeiro agem como jagunços de empreendimentos privados!

Ontem, quarta-feira, dia 26 de julho, após ação de reintegração de posse em terras da região do Açu, São João da Barra, estado do Rio de Janeiro, a Polícia Militar, acompanhada de milícia privada, prendeu três trabalhadores rurais.

Após forte mobilização, o MST, com apoio de aliados, conseguiu libertar dois dos três trabalhadores detidos arbitrariamente pela PM e pela milícia privada.

No entanto, um dos companheiros, Vítor, foi mantido preso e o delegado responsável, Carlos Augusto, o indiciou por “roubo de crachá”.

A prisão é ilegal e tem clara motivação política: as polícias Militar e Civil em São João da Barra agem conforme os interesses do empreendimento econômico Porto do Açu.

O mandato Wadih Damous denuncia publicamente mais esse absurdo das forças de segurança comandadas pelo PMDB e presta sua solidariedade aos companheiros do MST.

Nos colocamos à disposição para a batalha pela liberdade e absolvição de Vítor.

Lutar por direitos não é crime! A terra deve ser de quem nela trabalha! Por reforma agrária popular, agricultura familiar e soberania alimentar!

Confira abaixo o nosso vídeo:

Doe para a campanha

Wadih Damous é advogado e deputado federal. Foi presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro entre 2007 e 2012. Presidiu a Comissão da Verdade do Rio e a Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB. Presidiu Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UERJ e, como advogado, atuou e defendeu os trabalhadores. Agora, como deputado federal, após ter ocupado a vanguarda na resistência ao golpe contra a presidenta Dilma, se firmou como um pilar da legalidade democrática na Câmara dos Deputados e é um dos principais parlamentares na defesa do Lula. Sua voz hoje no parlamento é referência contra as atrocidades jurídicas da Lava Jato e o Estado de exceção no qual está mergulhado o Brasil pós-golpe, sempre apontando a urgência do resgate da democracia.

Outro valor:

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